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Lágrimas de Maria
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A incrivel lacrimação da imagem trazida de Medjugorje em Roma

Que Nossa Senhora tenha chorado 14 vezes em Civitavecchia, Roma, não se pode duvidar. 14 vezes, a última nas mãos do Bispo. As lágrimas de sangue são o sinal de uma dor imensa que Ela tem no coração, uma dor intolerável: o povo simples o compreende  sem precisar de tantas comissões teológicas. Quando alguém dá seu sangue, como Jesus na cruz, nada mais tem a dizer nem a dar. É como se Maria,, neste acontecimento, resumisse tudo o que nos queria dizer em 15 anos pensando: “com este meu gesto vão se emocionar mais e me receber mais facilmente. Quero livrá-los de um perigo iminente, espantoso. Convertam-se depressa . Nada mais tenho para lhes dizer”. Padre Jozo esteve em Civitavecchia e disse ao bispo: “esta imagem é um tesouro”.

Milhares de conversões – 23 curas físicas

“É algo naturalmente inexplicável. Certamente aconteceu algo de irracional em minhas mãos. Posso deixar-me matar, mas repito sempre o que vi e aconteceu em minhas mãos”,afirmou o bispo Dom Jerônimo Grillo, no segundo aniversário da lacrimação da imagem de Nossa Senhora Rainha da Paz, de Medjugorje, em Civitavecchia. O Bispo revela também muitíssimos casos, de 20 a 23, de curas milagrosas atribuídas à intercessão de Maria, sobretudo um, em que uma criança voltou de um coma irreversível. Depois ele fala de graças sem número, de 300 mil peregrinos do mundo inteiro em um ano.

 
 

                Milhares e milhares são os convertidos, entre os quais 120 testemunhas de Jeová, muitos protestantes e alguns budistas. Crescem também os ex-votos, “sobretudo” – diz o bispo – “os atestados de casais separados e reconciliados, sapatinhos de criança e seringas fr jovens que deixaram as drogas. Todas são provas de como Nossa Senhora mostra seu amor materno sobretudo aos jovens casais, solteiros e crianças”. O Bispo também excluiu que as lacrimações possam ser fruto de uma presença diabólica, de acordo com muitos exorcistas.  Apesar de tudo, o Bispo explicou que continuava o seu próprio ceticismo: “Se for verdade, queira dar-me um sinal. Dois dias antes que lacrimasse em minhas mãos, sonhei  que Nossa Senhora me confiava uma mensagem. Na manhã seguinte não me lembrava de mais nada, porém não era uma mensagem triste ou má, mas doce e amorosa”.  Dom Grilo explicou também o porquê da entrevista em que revelou ao mundo a lacrimação da imagemzinha em suas mãos: “”Fiz isso só para salvar a imagem de Nossa Senhora. Eu tinha um pressentimento que me anunciava seu seqüestro da parte dos encarregados. Revelando ao mundo que Nossa Senhora tinha lacrimejado em minhas mãos, quis tornar público tudo aquilo e impedir que a imagem fosse levada de minhas mãos”.

                Isto foi apresentado pelo bispo, apresentando o livro O MISTÈRIO DAS LÁGRIMAS, de André Tomielli. O livro traz também o testemunho inédito do cardiologista de Civitavecchia, professor Marco di Genaro. O médico confirma agora ter verificado com seus próprios olhos “que se tinha produzido modificações na face de Nossa Senhora. Tinha-a visto quando foi submetida em Roma às primeiras análises – o sangue tinha a clássica cor da hemoglobina oxidada, isto é, um vermelho escuro. Quando Dom Grillo me chamou, no mesmo dia da lacrimação em suas mãos tive a possibilidade de ver um traço muito sutil de cor vermelha brilhante, típica de sangue vivo e fresco”.

 
 

                No primeiro aniversário da lacrimação, dia 2 de fevereiro de 1996, foi visto na paróquia de Santo Agostinho, um espetáculo de fé e fervor superior ao normal. Chegou ininterruptamente gente de toda a parte durante o dia inteiro, não obstante a chuva contínua.  Calculam-se ao menos dez mil pessoas presentes. Das 6 da manhã até as 22:30, uma dezena de sacerdotes concelebraram missas e atenderam confissões sem parar. De Civitavecchia saiu depois a procissão penitencial de centenas de pessoas, desafiando a chuva por um percurso de 8km. Ao chegarem, o Bispo celebrou com muitos sacerdotes uma Missa Solene. Num caloroso sermão, ele renovou o testemunho da lacrimação em suas mãos e depois fez a consagração de toda a cidade ao Coração Imaculado de Maria. Com imenso fervor, grupos de crianças rezaram o rosário da paz.

                Também Jelena veio a Civitavecchia. Pedia a Nossa Senhora, porque não podia passar sem ser observada como desejava, mas tinha se tornado um centro de atração. E Nossa Senhora, que é sempre a humilde serva, respondeu a Jelena: “Eu também sofro por estar no centro das atenções, mas se Minha presença serve para aproximar os homens de Jesus, Eu continuo Minha Missão”.

                Esta geração quer ainda sinais, mas o Sinal é Jesus. Se estes sinais (as lágrimas de Civitavecchia), não levarem a Jesus, a existência dos sinais não mais se justifica.

 

                Traduzido do jornal Medjugorje Torino e Eco di Medjugorje

                Publicado no jornal Mensageiro da Rainha da Paz – fevereiro/1996






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